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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

mais uma noite.

hoje pela terceira noite consecutiva acordei com a alvoroço que vinha lá de fora, da rua. o vento forte, os alarmes a tocar a chuva pesada e os trovões. hoje o relógio marcava as 02:25 e embora tenha acordado tentei agarrar o sono de novo, mas o meu pai estava a falar; ai entrou no meu quarto e disse «Andreia!» e apontou-me a luz do telemóvel para a cara, só nesse momento é que entendi que estava tudo as escuras e que tinha de pôr os despertadores dos telemóveis em acção. levantei-me da cama, também com o meu telemóvel a servir-me de lanterna e dirigi-me a cozinha, bebi um copo de água e olhei pela janela, lá fora tudo o que existia era escuro, calma e noite, era bom que mais vezes fosse assim. voltei para cama e apreciei o escuro, não ouvia o barulho da electricidade e isso agradou-me e quando estava prestes a adormecer, numa sintonia quase perfeita voltaram todas as luzes à minha casa, voltou o barulho... quando tudo está apagado, é tão bom. cada vez gosto menos da agitação que me rodeia, cada vez menos mas tenho de viver com ela, não posso simplesmente desligar tudo não tenho esse poder. 




P.s.- Eu amo-te mais que tudo meu F.